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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Jorginho se prepara para enfrentar o Aparecidense, fazendo um alerta: “A partida tem de ser resolvida no campo e em paz: Ponte e Aparecidense são adversários, não inimigos”

Temos um respeito muito grande pela Aparecidense e é preciso destacar que nem nós nem eles têm culpa do que aconteceu. 

O erro na partida anulada foi do bandeira e depois do delegado do jogo. Todos foram vitimas e nenhum sentimento de rancor pode ser levado para o jogo, não pode ter violência, isso não pode ser incentivado”, diz Jorginho.

O treinador relembrando o jogo anulado por interferência externa (a Ponte marcou um gol que as imagens de TV confirmaram estar impedido, porém o árbitro voltou atrás depois de mais de 15 minutos de paralisação, invasão de campo de pessoas que não deveriam estar ali e do delegado passar informações para a arbitragem) . “Se existisse o VAR naquele jogo a Aparecidense sairia vencedora, porém não havia VAR e houve  a intervenção externa. Coincidentemente na semana seguinte tivemos um gol lícito contra o Novorizontino que foi anulado e que, se houvesse VAR, teria nos dado a vitória e nos mantido na disputa da vaga nas quartas do Paulista. Enfim, tudo isso é passado: o jogo de quarta é importantíssimo para as duas equipes, que quem ganhar vai avançar na Copa do Brasil, mas não podemos pensar em guerra: os times são adversários e não inimigos”, enfatiza.

Em campo, o treinador prevê uma partida diferente da anulada, uma vez que naquele jogo Jorginho acabara de chegar ao time e agora, a equipe já assimilou as idéias do treinador e o jeito de jogar proposto por ele. “Nosso jogo hoje é diferente, muito mais organizado taticamente, dentro da minha proposta. É claro que como o empate nos favorece, acredito que eles vão ter que propor jogo e nós precisamos estar preparados para um contra-ataque. E temos que manter mais a posse de bola, que já é uma característica nossa.”

O treinador pontua,porém, que o estilo de saída de bola que tem se tornado característico da Ponte pode não estar presente na quarta, por ser mais difícilde exercer nas condições do campo em Goiás. “Mas não podemos nem estaremos engessados pela parte tática. Se hoje jogamos mais no 4-2-3-1 , o 4-3-3 é possível , ou mesmo o 4-4-2 com a chegada do Renato Kayser. Temos várias possibilidades”, diz.

Ele antecipa que o time deve ser formado em sua maioria pelo G1, que enfrentou o Bragantino na semana passada, e que não deve ter Matheus Vargas, ainda em recuperação de lesão. O atacante Júlio César também não será relacionado, para se evitar qualquer tipo de imbróglio jurídico, uma vez que ele já esteve no banco de outra equipe durante a Copa. “Pela regrao  Júlio até poderia ir, mas preferimos não levá-lo para não gerar mais nenhum tipo de questionamento. Então podemos decidir se entramos com Kayser ou Tiago Real, que fez um excelente jogo contra o Oeste, mas o fato é que teremos em campo a maioria dos jogadores que descansaram nesta rodada do Torneio do Interior”, explica.

Comunicação Ponte Preta

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